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en nous

fiz de ti uma ponte
entre eu e meus instintos
profanos, sagrados
secretos
vale esse crime?
vale esse olhar?
suspiros, toques, pele
que não hesita, que se excita
esquece a saída
quando a saída mesmo
é estar.
aqui
agora
eu, tu
corpo, pele, lábios
e o infinito
que cabe
nesse instante
de não caber
em nós.
te desvendar
e me desvendar

a sós...

Comentários

  1. Oi, Kamilla! Passeando pela minha lista de leitura do blog reencontre o seu!
    E gostei do texto! ;)
    BJs

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