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Agora

Talvez a sua indiferença nem doesse mais. E talvez não doa. 
Resolvi que não ligaria muito para tudo isso. 
Jurei de pé junto, sem dedo cruzado, que isso tudo não me afetaria mais. E toda essa promessa já dura algumas duas horas.
Ah, se eu pelo menos soubesse o que eu fiz de errado para te ter tão indiferente assim. Talvez seja o amor demais.
Amor que rasga, que sangra, que dói.
Amor desigual.
Amor que não cresce por inteiro. 
Por que tanto amor diante de tanta indiferença?
Será que é realmente amor?
Já nem sinto vontade de escrever sobre.
Os dedos só rolam por aqui, criando em rascunhos algumas palavras aleatórias que entram por teus olhos e não causam mais efeito nenhum. 
Se é que algum dia causou.
Sem dramas, sem choros.
Me encontro de maneira indiferente, vazia, incompleta. 
Pago por defeitos que nem sequer são meus.
E o meu único defeito é te amar demais. 
Mas a tua indiferença gela queima destrói reconstrói
Tudo o que um dia
Foi amor demais.
Agora, é só...

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