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Mostrando postagens de Fevereiro, 2014

Agora

Talvez a sua indiferença nem doesse mais. E talvez não doa. Resolvi que não ligaria muito para tudo isso.  Jurei de pé junto, sem dedo cruzado, que isso tudo não me afetaria mais. E toda essa promessa já dura algumas duas horas. Ah, se eu pelo menos soubesse o que eu fiz de errado para te ter tão indiferente assim. Talvez seja o amor demais. Amor que rasga, que sangra, que dói. Amor desigual. Amor que não cresce por inteiro.  Por que tanto amor diante de tanta indiferença? Será que é realmente amor? Já nem sinto vontade de escrever sobre. Os dedos só rolam por aqui, criando em rascunhos algumas palavras aleatórias que entram por teus olhos e não causam mais efeito nenhum.  Se é que algum dia causou. Sem dramas, sem choros. Me encontro de maneira indiferente, vazia, incompleta.  Pago por defeitos que nem sequer são meus. E o meu único defeito é te amar demais.  Mas a tua indiferença gela queima destrói reconstrói Tudo o que um dia Foi amor demais. Agora, é só...