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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Entrelinhas

- Oi! Tudo bem? (Não! Para falar a verdade, nada bem. Acho que está pior do que possa imaginar. Creio que os meus problemas ultrapassam as barreiras de “tudo bem ou tudo mal”. Andam numa escala na qual eu não posso definir agora. São problemas pessoais, familiares, íntimos, de amor, de tudo um pouco. As páginas e os dias seriam poucos se eu quisesse contar para você o que realmente anda acontecendo. Mas será que você iria querer me ouvir? Será que você teria tempo e disposição para ouvir tanta baboseira alheia? Porque quando se trata de outro, do próximo, do irmão, nunca temos o tempo suficiente. Somos egoístas o tempo inteiro, por força de vontade e não fazemos a mínima questão de mudar ou tentar, ao menos, esconder essa parte monstruosa do ser.) - Tudo bem! E contigo?

Àquele que um dia fui.

Cartas de um baralho descartado. Fotos espalhadas pelo quarto. Tudo parecia uma bagunça. Era a perfeita união do interior com o exterior. A bagunça interior misturava-se com a exterior e atingia um patamar incomum. A vida já tinha sido mais fácil. Erros e erros passando pela sua cabeça. Um filme antigo que não quer acabar. O velho drama de quem erra e não consegue carregar o fardo da culpa. Por onde anda você que não divide comigo essa culpa enorme de ser? Arg! Odeio toda essa sensibilidade à flor da pele que aparece de tempo em tempo. Era mais fácil se ignorasse algumas coisas, mas nunca consegue fazer algo do tipo. Sensível, intolerante, frágil. Anda, anda, anda e não consegue chegar a lugar nenhum. Parece que em todos os lugares os erros são apontados e você se sente acuada. Foge, foge, foge e não consegue fugir realmente. Por onde anda você que não divide comigo esse fardo de ter? Você resolveu fugir e ignorar tudo o que foi feito. Afinal, é bem mais fácil ignorar os erros do que realment…

Silêncio?

Silêncio! Para compreender A beleza imersa Num mar de palavras Vazias. Falácias! Por tantas palavras Pronunciadas Em demasias. Faça-se silêncio. Para compreender As verdades escondidas Entre olhares. Por favor, Silêncio!