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As Descobertas de Flor

Anoitecera na Cidade Maravilhosa, a Lua como se fosse o par perfeito Pão de Açúcar faziam a paisagem perfeita para aquela linda noite da noite Carioca. Os ventos balançavam o cabelo da linda Flor, que seguia mais do que firme e mais do que forte no seu louco e entusiasmado objetivo.
Caminhava na calçada de Copacabana como se fosse uma passarela ao luar, iluminada pela luz das estrelas que brilhavam como se fossem os olhos dos homens que a observavam. Caminhou, maravilhada por todo aquele calçadão, quando de repente ouviu um psiu misterioso e com um ar de malícia, que a ingênua Flor não percebeu e parou. Logo o malandro puxou uma conversa:

- De onde vens, pra onde vai, bonita moça?
- Não tenho destino, meu caminho é qualquer um.
- Tens, pelo menos, onde passar a noite?
- Passarei a observar essa lua bonita toda.
- Deixei-me, ao menos, lhe servir uma cama quente para descansar.
- (...)

E Flor foi-se! Mal sabia o que lhe esperava.
Se eu pudesse gritar alguma coisa pra Flor, neste momento, diria: Iremos encontrar pessoas boas e pessoas más nesta vida. E nem todas elas têm o excesso de ingenuidade presente no seu coração, linda Flor.

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