Pular para o conteúdo principal

Aos sonhadores de plantão.

Hoje seria apenas mais um dia normal, mas algo estranho aconteceu hoje. Bem, não é todo dia que chegam pra você e lhe falam com sinceridade tantas coisas que você não quer, não aceita que é verdade e acaba por destruir seus sonhos. Mas, falaram. Falaram-me sem dó nem piedade, falaram-me que eu era isso, isso e aquilo. É, devo ser um monstro. Deveria passar a ouvir mais as pessoas, deve fazer bem. Mas será mesmo que faz bem?
Quantas e quantas pessoas vivem de conselhos alheios e se dão tão mal na vida. Conselhos, críticas, sejam elas construtivas ou destrutivas, não as aceito, guarde-as pra você. Melhor, diga-as pra você. Enxergue um palmo a frente do nariz e talvez possamos falar de algo que seja de nosso mútuo interesse.
Quantas e quantas pessoas, sejam elas anônimas ou famosas, viveram de críticas quase uma vida inteira por tentar desvendar soluções para um cotidiano simples que muitas pessoas fazem questão de complicar, tentavam e tentavam, e os segundos, terceiros, a sociedade presa num círculo vicioso, criticava e criticava. Será que eles desistiram? Não! Jamais! Por quê desistir? Se você desiste, você não passa de um fraco.
Quantas pessoas fazem daqueles detalhes, daquelas palavras espinhosas, bases para uma vida, alimentos para sonhos, sonhos que não foram construídos agora, mas que com o passar do tempo vai se alimentando de críticas, de negações, de muitas portas fechadas e de muitas aquelas pessoas que não acreditam em você.
Ah, como eu queria saber o que se passa na mente dessas pessoas pra elas acharem isso e isso dos sonhadores.
Sonhadores não desistem, jamais. Eles são sempre tachados de loucos. Mas, o que é a vida sem um pouco de loucura e sonho?
Abrace sua loucura. Sempre.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

sem rumo

Passado o tempo Es pa ço Apressa o passo Rumo Ao Sem rumo. Não há volta, Nem caminhos Tra ça dos Os laços Desfaço Os nós E sigo... Sem rumo Ao
Meu mundo.

Rubi

Se preparava para sair. Era mais uma noite. Mais uma de tantas, mais uma de muitas. Gal Costa em um volume agradável, dizia: “Sou dessas mulheres que só dizem sim”. E talvez ela fosse dessas mulheres que só dizem sim. Um preparo, uma taça de vinho, aquela noite era dela. Apesar de ser uma pessoa diurna, sentia que algumas noites reservavam coisas especiais destinadas para ela. E ela seguia... Ritual de sempre: cabelo, roupa, maquiagem. E o velho companheiro lá, espreitando tudo e esperando para o gran finale. Sabia que sua hora chegaria, sabia que sua hora preciosa de estar naquelas mãos pequenas chegaria e ele aguardava suavemente. Joga o cabelo para cá, amassa de lá. Volume importa! Roupa 1, não Roupa 2, nem pensar Roupa 3, ok. Talvez. Não sabe. Deixa em aberto essa questão. Parte para a maquiagem. Processo chato, processo demorado. Gostava da própria pele, gostava do jeito que a sua pele tinha histórias para contar. Cada sorriso, cada olhar de surpresa, de susto, de alegria, cada ‘cada’ de se…

depois

Das coisas que não devem ficar para depois:
silêncios;
abraços;
palavras;
soluços;
sorrisos;
amor,
amor,
amor.

Eternidade é momento.